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Como as fintechs REDUZEM a concentração bancária no Brasil

por Mauricio Rodrigues20 de mai. de 2021

Entenda a origem da concentração bancária no Brasil, como a tecnologia invadiu e revolucionou o setor bancário, e ainda como as fintechs se tornaram os grandes agentes de mudança do atual acúmulo de capital por poucas instituições financeiras.

Este conteúdo está disponível também em vídeo.

A origem da concentração bancária no Brasil

Lá nos anos 1990, a população brasileira imaginava que a abertura do mercado nacional traria uma grande diversificação de produtos/serviços financeiros, mas não foi o que aconteceu.

Os bancos estrangeiros foram muito mais conservadores do que imaginávamos, e isso abriu espaço para fusões e aquisições, gerando a concentração bancária que vivemos hoje: cerca de 85% do Capital ficam em cinco grandes bancos, com a concessão de crédito empresarial sendo realizada normalmente por grandes instituições financeiras, FIDCs, securitizadora financeira e factoring.

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Há alguns anos, o gestor financeiro ou empresário deparava-se com muitas barreiras burocráticas ao buscar por alguma modalidade de crédito seguro e transparente.

Obstáculos como: fazer um contato direto com o gerente da instituição financeira escolhida, fazer uma visita presencial, mandar inúmeras informações financeiras e, em alguns casos, virar sócio da instituição para ter alguma linha de crédito.

Isso vem mudando muito com o passar do tempo.

A tecnologia causou um grande impacto neste relacionamento entre quem solicita e quem cede o crédito, permitindo o compartilhamento das informações de forma digital, simplificando o processo através de plataformas online.

O acesso a crédito desta forma acaba sendo muito mais aderente as dores de quem empreende, e, apesar dessa mudança na oferta de crédito trazida pelas fintechs, ainda existe um longo caminho pela frente para melhorar a relação entre oferta e demanda.

Uma das grandes vantagens das fintechs, por exemplo, é a transparência e agilidade nos processos. Isso entrega a quem empreende uma visão muito mais clara das suas necessidades, e o que ele deve demandar do mercado daqui para frente.

Essa liberdade empodera o gestor financeiro, dando-lhe mais visão de negociação junto as instituições financeiras para ele dizer precisamente o que precisa, em que momento e como deseja ser atendido.

O papel das fintechs

O mercado financeiro tem mudado rapidamente, e um dos agentes que mais atua nessa mudança são as fintechs, empresas de tecnologia que atuam no mercado financeiro. E o que faz uma empresa de tecnologia e inovação? Elas usam a tecnologia para mudar o comportamento humano.

Um exemplo prático são as e-wallets - carteiras digitais.

O movimento das e-wallets

As empresas identificaram a necessidade de substituir o dinheiro físico por um dinheiro virtual, e fizeram isso através de um sistema digital que armazena e realiza transferências online, deixando tudo na nuvem.

Uma das vantagens do dinheiro virtual é a segurança, pois essa ferramenta substitui a necessidade de ir ao banco fazer um saque, permitindo que seu dinheiro esteja sempre com você.

A aceitação das e-wallets pelo mercado fez com que as pessoas mudassem o seu comportamento. Encher a carteira de dinheiro para fazer vários pagamentos se tornou antiquado, hoje acontece tudo online no conforto da sua casa, e é isso que nos referimos quando falamos sobre inovação.

A evolução das fintechs no Brasil

Existem muitas instituições que apoiam o desenvolvimento inovador das fintechs no Brasil. Um deles é o Distrito, um Hub de inovação para startups e investidores.

O Distrito publica anualmente um relatório que contempla todas as fintechs brasileiras, descrevendo suas inovações tecnologias.

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O relatório de 2020 constata um aumento de cerca de 34% a mais de fintechs que no ano passado.

Focando em fintechs de crédito, o mesmo relatório da Distrito separa as fintechs de crédito do Brasil em 5 categorias:

1. Oferta Direta: empresas que ofertam diretamente o crédito entre o tomador e o credor.

2. Market Place: empresas que conectam pessoas e outras empresas para oferta de crédito.

3. Antecipação de Recebíveis: empresas que oferecem crédito para receber bens futuros.

4. Peer-to-Peer: empresas que conectam tomador e o credor.

5. Consórcios: plataformas que auxiliam na criação e na gestão dos consórcios.

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Como a Openbox.ai usa tecnologia para inovar

A Openbox.ai trabalha com um motor de crédito próprio, para que o gestor possa compartilhar as informações necessárias de forma ágil e fácil. Nossa equipe se baseia nessas informações e mais alguns dados capturados através do CNPJ para gerar um Score de crédito.

Esse sistema facilita muito a vida de quem empreende, tornando desnecessário possuir uma pasta física com várias documentações, e enviar para algum banco ou fundo. Com a Openbox.ai, tudo isso é feito de maneira digital e online.

O processo é simples: o empreendedor coloca algumas informações básicas para começar uma análise, passa pelo nosso motor de crédito, e em seguida recebe um e-mail com limite pré-aprovado para operar. Com esse limite, basta apenas arrastar o xml. das notas fiscais para antecipação e confirmar a operação.

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